24 de fev de 2018

ENTREVISTA DE DOMINGO: ROGÉRIO RECCO

O jornalista, escritor e cooperativista Hermínio Rogério Recco, titular atual da cadeira 33 da Academia de Letras de Maringá, tendo como patrono Paulo Setúbal e fundadora Jaqueline “Kelly” Schemberger é o homenageado na ENTREVISTA DE DOMINGO no Blog do Ilivaldo Duarte.
"O jornalista ideal tem que ser um estudioso, dominar outros idiomas, procurar ser um educador, ter interesse por temas que contribuam para o desenvolvimento da sociedade e não sejam apenas notícias passageiras. O papel de um jornalista é muito importante para que as pessoas tenham compreensão do mundo", ensina Rogério Recco após várias décadas na "estrada" da comunicação com passagens em vários jornais, televisões, agências e empresas privadas.
Com dezenas de obras publicadas e vasta experiência no jornalismo, Rogério Recco, assisense de nascimento e maringaense de coração, filho, esposo e pai apaixonado, palmeirense feliz é exemplo de cidadão e jornalista comprometido com as boas causas e os valores na sua comunidade, apoiando, colaborando e atuando para que as pessoas sejam mais felizes e melhores no seu cotidiano.
NA ENTREVISTA DE DOMINGO um pouco da história deste idealista entre fatos e fotos. Apenas um pouco da sua história. Ótima leitura.

Quem é Hermínio Rogério Recco? 
Sou paulista de Assis, de uma família de comerciantes. Meu pai, de 87 anos é Hermínio Matheus Recco e minha mãe, de 82, Maria Aparecida Ribeiro Recco.
Nota do Blog - Assis está no Sudoeste Paulista, como principal via de acesso a duas grandes rodovias -Raposo Tavares e Castelo Branco, está a 434 km de São Paulo. Seu nome é uma referência ao Capitão Assis, que explorou as terras da região. Assis é conhecida como Cidade Fraternal e entroncamento rodoviário importante entre os Estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Natural de Baependi-MG, o Capitão Francisco de Assis Nogueira adquiriu terras de seu amigo José Teodoro de Souza, fazendo em 01 de julho de 1905, doação de 80 alqueires para constituição de um patrimônio. A doação foi recebida pela paróquia de Campos Novos do Paranapanema (hoje Campos Novos Paulista) sob invocação da Sagrado Coração de Jesus, São Francisco de Assis e Obra Pia do Pão de Santo Antônio. O povoado que se originou tomou o nome do doador, Assis, e se desenvolveu em torno da modesta capela de pau-a-pique coberta de sapé, erguida no local onde hoje se situa a Catedral.

Sou casado desde 1982 com Elisabetti Aparecida Furlan Recco, 
com quem temos três filhas (Lígia, arquiteta, Maíra, servidora pública federal, e Luíza, jornalista). Para mim a família é a base de tudo.  

Como se define? Quais qualidades mais gosta de você? Tirando todos os defeitos e imperfeições, que são muitos, sempre procurei ter muito foco e dedicação para o alcance de meus objetivos e isto fez a diferença na vida da minha família. Principalmente porque pude dar uma qualidade de vida a ela e possibilitar que minhas filhas fossem encaminhadas na vida.

Onde e como foi a sua infância? Nasci e fiquei até os 14 anos de idade em Assis (SP), de onde minha família decidiu sair para tentar a vida no Paraná. No início, em Maringá, onde chegamos no ano de 1971 (veja fotos da cidade na época), as dificuldades financeiras eram grandes e todos precisávamos trabalhar muito, mesmo os mais
novos. Fui balconista, frentista de posto e ajudei meu pai quando ele conseguiu comprar um bar que transformou em um pequeno restaurante, na Avenida Brasil. Antes disso, na minha infância em Assis, ficou muito marcado o
período em que iniciei o ensino primário, pois era algo impensável para os dias atuais. Os alunos mais indisciplinados, de 6 a 9 anos, eram castigados em sala de aula ou na diretoria. Apanhavam mesmo, levando tapas no rosto, para que isto servisse de exemplo. Eu nunca cheguei a apanhar, mas em dias de prova, a professora ficava em pé, atrás de mim, observando como eu respondia as questões. Se
estivesse errado, ela torcia minhas orelhas. Havia também muito racismo, por parte dos professores, em relação aos alunos negros, que eram discriminados e perseguidos até que os pais os tirassem da escola. Mas tudo isso, felizmente, ficou no passado.
Como foi sua juventude e onde? Que histórias ou fatos lembra? Passei parte de minha juventude em Maringá e Curitiba. Em Maringá, integrei a equipe de funcionários do Bradesco (1973) com apenas 16 anos. Fiquei um ano e rapidamente assumi função de chefia. Tinha futuro no banco. Mas decidi pedir as contas porque aquele tipo de trabalho não me interessava. Quando falei ao gerente, Sr. Osvaldo Bruno, que queria sair, ele disse que eu estava jogando fora a maior oportunidade da minha vida. Nunca me arrependi. Troquei esse trabalho burocrático para ficar uns tempos desenvolvendo a criatividade em uma agência publicitária e, logo depois, apareceu uma chance de desenhar anúncios no jornal Folha do Norte (1974),
como auxiliar do José Carlos Struett (foto). Na época, quase todos os anúncios eram montados à mão. Um dia, o jornal ficou sem o repórter policial e a equipe da redação entrou em desespero, pois essa editoria era uma das mais importantes e rendia manchetes em quase todas as edições. Com muita cara de pau, eu fui lá para o chefe e pedi uma chance, dizendo que gostava de escrever. Ele riu na minha cara e foi contar para os outros que o desenhista queria ser repórter policial. Que atrevimento. Que falta de noção. Pensa que jornal é o quê? Deu um pequeno sermão, afirmando que para ser jornalista era preciso ter aptidão e, para lidar com polícia e bandidos, precisava ter alguma experiência. Como eu era um rapazinho sem nenhuma experiência, nem pensar. Fica na tua. Fui assim mesmo, no dia seguinte, em companhia do motorista e fotógrafo Chumbinho. Faríamos uma dupla sensacional. Naquele tempo não havia pauteiro: a gente saía do jornal e fazia um roteiro, visitando a delegacia, o Corpo de Bombeiros, a Ciretran, em busca de notícias que rendessem manchetes. Nesse mesmo ano seria inaugurado O Diário, com um consagrado time de profissionais. Mas todos os dias a gente conseguia dar furos de reportagem e notícias exclusivas. O dono do O Diário chegou a presentear a redação deles com toalhas, pois levavam um banho todos os dias. Foi hilário. Assim eu consegui o meu lugar na redação. Venci a desconfiança. Até que surgiu o convite para trabalhar no grupo do Paulo Pimentel, que tinha a TV Tibagi de Apucarana (foto inauguração TV Tibagi e abaixo do estúdio em Apucarana)
estava estruturando um grande jornal, o Panorama, para concorrer com a Folha de Londrina. Fiquei uns tempos nessa empresa desenvolvendo pautas para reportagens na TV (que era filiada Globo na época) e matérias comerciais para o jornal. 
Até que, em 1977, já decidido a trabalhar no jornalismo (também gostava de publicidade), fui para Curitiba fazer o curso. Mas como minha família não poderia me manter lá, assim que desembarquei, fui atrás de trabalho no lugar mais improvável possível: a poderosa Gazeta do Povo, um dos mais importantes jornais do Brasil na época. Cheguei na recepção e disse que queria falar com o chefe da redação. A moça me acompanhou até uma sala, cuja porta estava fechada. Deixou-me ali e disse que o chefe estava lá dentro, era para entrar. Abri a porta, entrei e tive que enfrentar uma situação muito constrangedora. Havia uns dez homens ao redor de uma mesa, todos com certa idade, acho que avaliando as pautas que seriam prioridade na edição do dia seguinte. Como eu havia, inadvertidamente,
invadido a sala, todos se voltaram para mim, curiosos: ao ser indagado, respondi: quero trabalhar aqui. O que você faz? Sou repórter, disse. O chefe fez um não solene com a cabeça. Insisti, disse que havia sido repórter policial na Folha do Norte e pauteiro na Tibagi. Diante de outra negativa dele, tirei uma carta da manga: também sei diagramar jornal. E não é que um deles levantou o braço e disse que estava precisando de diagramador? Veio até mim, pegou meu nome e orientou que o procurasse na manhã seguinte, na redação. Na hora marcada, lá estava eu, pronto para o desafio, lembrando que eu nunca havia diagramado jornal algum, apenas achava que tinha jeito para a coisa. Eles precisavam de alguém para diagramar um tabloide de última hora, para uma agência de publicidade importante, a Script. 
Entregaram-me as matérias, as fotos, papéis quadriculados, régua, lápis, caneta etc. Foi o pior dia da minha vida, até então, com toda a certeza. Precisava calcular o corpo das fontes para encaixar os conteúdos e as fotos nas páginas, algo complicado. Fiquei das 9 às 19h tentando entender, rendia pouco e era o tempo todo pressionado. Não bebi um copo de água, não comi nada e acho que nem fui ao banheiro. Quando o dono da agência chegou no final da tarde para conferir o material, disse que estava uma porcaria. Mas como não havia mais tempo, era só ajeitar aqui, ali, que precisava rodar assim mesmo. Fiquei arrasado e pronto, para no dia seguinte, ir procurar
outro serviço. A surpresa é que, mesmo muito desapontado, o dono da agência, Antonio Senival Silva  (foto), convidou-me a trabalhar com ele. Aceitei na hora, pois queria sumir dali, mas quando fui informar ao senhor que havia me dado a oportunidade na Gazeta, ele ficou muito contrariado e ouvi aquela frase de novo: estava perdendo a maior oportunidade da minha vida. Acho que também nunca me arrependi. Na Script, comecei a produzir muito texto publicitário e jornalístico, gostando muito do que estava fazendo e conseguindo conciliar com os estudos. São histórias inesquecíveis.
Como foi e onde sua trajetória profissional? O que faz hoje? Minha vida profissional começou muito cedo e, com certeza, na Folha do Norte. Foi uma época de muito aprendizado e alegria. Do Grupo Paulo Pimentel não tenho muitas lembranças, a não ser das viagens que fazia com a equipe comercial que faturava os prefeitos da região. Sim, eu fazia matérias pagas e também aprendi muito com isso. Foi nesse período que tive a oportunidade de conhecer uma pessoa que passei a admirar: o governador Jayme Canet Júnior  (foto), um fazedor de estradas. Todo mundo
gostava dele, foi uma grande liderança. Naquela época, governador era como um deus para o povo, mas o Canet se mantinha dentro da maior simplicidade. Certa vez, mesmo com muitas autoridades ao redor, para ele dar atenção, eu pedi uma entrevista e ele largou tudo para atender-me. Colocou o braço no meu ombro e saímos a caminhar, em círculos, dando voltas num salão, sob as vistas de todos, que ficaram esperando, admirados. Acharam que eu era um jornalista muito importante. Da Gazeta do Povo só tenho a lembrança daquele único dia e a Script Publicidade acabou sendo uma grande escola. Na minha primeira semana na agência, o diretor pediu que eu fosse fazer uma entrevista com o general Adalberto Massa, delegado regional do trabalho. Advertiu-me, dizendo que o general era um homem muito severo e explosivo, que não admitia atrasos. Mentira dele: os dois eram amigos e haviam combinado que iriam aprontar comigo, para ser o meu batismo de fogo na agência. Cheguei lá na hora marcada e o general estava me esperando. Quando entrei na sala, ele começou a surtar, dizendo que eu era um irresponsável, que eu havia marcado às 8 e chegara com uma hora de atraso. Falou um monte de palavrões cabeludos. Muito assustado, tentei explicar que era às 9h mas o homem gritava, não ouvia, estava furioso. Pensei que havia me lascado de verde e amarelo e que o emprego na agência já era. Mas daí o general começou a dar risada do meu jeito apavorado e chamou o assessor dele para também rir de mim. Eu estava ganhando um grande amigo. Naquele mesmo dia o general Massa convidou-me a acompanhá-lo numa viagem a Brasília. Ele iria ter uma audiência com o presidente
Ernesto Geisel  (foto), no Palácio do Planalto, e queria que eu fosse como o seu assessor de imprensa. Aceitei na hora, é claro, e quando retornei à agência, o pessoal estava fazendo festa para zoar da minha cara, por causa do batismo. O diretor só não sabia que eu tinha sido convidado pelo general para ir a Brasília com ele. Deixei todos com inveja: pô, esse sujeitinho entrou esses dias e já vai participar de audiência com o presidente da República? Eu sempre digo que Deus coloca anjos em nossa vida. Tive um anjo na Folha do Norte, o fotógrafo e motorista Chumbinho, já falecido, que me ajudou muito quando eu era um simples foquinha, Depois, o senhor que me deu a oportunidade na Gazeta do Povo e, no mesmo dia, o diretor da agência. Não fosse por eles, talvez minha vida tivesse sido muito diferente. Outros anjos foram aparecendo ao longo dos anos, o próprio general Adalberto Massa, o deputado estadual Renato Bernardi  (foto), que
conseguiu recursos para financiar os meus estudos, e dois cirurgiões oftalmologistas também estão entre esses anjos. Médicos competentes, eles impediram que eu, após ser acometido de toxoplasmose, ficasse cego. Não cobraram nada. Perdi a visão em um dos olhos, mas a luta continuou igual. Os anjos mais importantes da minha vida, entretanto, estavam em Maringá: os meus familiares. Embora felizes com a minha trajetória na capital, precisavam de mim. Eu tinha que decidir e tomei a decisão mais correta: voltar e ficar ao lado deles. Quando disse isso ao diretor da agência, ouvi aquela frase outra vez. E, novamente, não me arrependi.
Em Maringá, trabalhei por algum tempo com minha família, no comércio, mas queria colocar em prática o jornalismo, a minha formação. Só não pretendia retornar às redações, passar pelas mesmas coisas de novo, seria frustrante. Então, resolvi abandonar temporariamente o meu projeto de atuar como jornalista para ser funcionário da Cocamar, uma cooperativa de cafeicultores. 
O que uma empresa dessas teria a ver comigo? Ingressei na área financeira, para efetuar pagamentos. Logo depois, passei para outros setores, sempre com muito foco e dedicação. Como a cooperativa estava em crescimento, havia espaço para profissionais interessados e passei a ocupar funções de coordenação. Até que um dia fiquei
sabendo que estavam querendo estruturar uma área de comunicação e me candidatei. Quando fui falar com o presidente, ele disse que já tinha outros profissionais mais qualificados em vista e o cargo requeria especialização. Aquela história de novo: tinha que provar ser capaz. Aceitei ocupar uma função modesta na área de comunicação, o que causou uma certa estranheza na cooperativa, pois eu estava praticamente renunciando à possibilidade de construir uma carreira de sucesso em outras áreas. Eu tinha certeza que daria certo, pois enxergava no segmento do jornalismo agropecuário, algo novo e pouco explorado, exatamente aquilo que eu estava procurando. Deu certo. Nunca mais quis saber de outra coisa.  
O que fez no seu trabalho/trajetória que não faria de novo? Investi grande parte do meu tempo trabalhando em finais de semana. Era preciso. Mas não faria isso de novo.
Como é a sua atuação na comunidade? Procuro ser participativo na sociedade, como voluntário, sempre que possível. Todos devemos fazer isso.  
Qual o melhor time em que já trabalhou e qual matéria que não sai da sua memória? Fiz parte de muitas equipes e dirigi algumas, com nomes de profissionais que guardo com muito carinho. Prefiro não mencionar nomes para não magoar ninguém.
No esporte, qual o melhor time que já viu jogar em todos os tempos? O melhor time, sem dúvida, o Brasil de 1970. Dava show. Mas tem também o Palmeiras que vi jogar em Maringá, acho que ainda na década de 1970, com Ademir da Guia, Dudu, Leão, Hector Silva, Luiz Pereira, Leivinha, Nei e outros. A equipe ficou chegou a ficar invicta 39 jogos. Fez um amistoso contra o Grêmio Maringá, na cidade, e venceu por 3 a 0.
Como analisa o jornalismo atualmente no Brasil? E os meios de comunicação, qual o futuro? Vejo o jornalismo atual com muita preocupação, no país e no mundo afora. Há perda de qualidade e tentativa de manipulação do
público. Não se vê mais aquelas grandes reportagens, como se via no passado. O jornalismo está cada vez mais resumido, mais previsível e monótono. As mudanças nessa profissão têm sido tantas que os profissionais parecem perdidos. Parece só existir agora assessoria de imprensa, algo que até pouco tempo os colegas de redação tanto criticavam. Mas
muitos acabaram montando suas empresas de assessoria. O futuro, sem dúvida, é a rede social. A baixíssima qualidade da programação da TV está afugentando os telespectadores e são poucos, hoje em dia, as publicações que conseguem manter suas estruturas com apenas com publicidade.
Qual manchete ficou na sua história de vida? Não é minha, é da equipe do extinto O Estado do Paraná, publicada na capa do dia 19 de julho de 1975, logo após a geada negra, data que coincidiu com a intensa nevasca em Curitiba. A manchete era: “Curitiba amanheceu branca de neve”.   - abaixo, a capa do jornal e a imagem do então governador do Paraná Jayme Canet Júnior vendo os cafezais daquele dia trágico para a agricultura do Paraná.
Qual a imagem da sua vida? A mais bonita, os coloridos campos de tulipa, na Holanda; 

a mais inquietante, a do menino sírio que apareceu morto numa praia da Turquia; 

a que inspira orgulho, a do grande número de colhedeiras colhendo, juntas, uma safra de soja no Brasil.

Qual o seu esporte preferido, ídolo e time? O esporte que gosto de praticar é a corrida.
De admirar, o futebol, o vôlei e o basquete. Não tenho ídolos, mas faria menção ao maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, pelo que é e tudo o que fez pela imagem do Brasil. O time, o Palmeiras.
Qual jogada que, se pudesse voltar no tempo, jamais teria feito? Deixar de aproveitar o tempo com minhas três filhas. Quando percebi, elas já haviam crescido.   
Ética é uma frase é... Respeitar os outros, ser verdadeiro em tudo.
O momento atual da sua vida é... Não perder tempo, ser assertivo, procurar realizar todos os sonhos.
O que ainda gostaria de fazer? Aprender a cozinhar e pesquisar sobre culinária, pratos, temperos. Essa é uma paixão.
Quais virtudes para ser um jornalista completo? Ser um estudioso, dominar outros idiomas, procurar ser um educador, ter interesse por temas que contribuam para o desenvolvimento da sociedade e não sejam apenas notícias passageiras. O papel de um jornalista é muito importante para que as pessoas tenham compreensão do mundo.
Jogo Rápido:
Música – “Imagine” (John Lennon).
Um livro – “O nome da rosa” (Umberto Eco).
Autor – Machado de Assis e Lima Barreto.
Professor – Benedito Vieira Teles (foto).
Sonho – Que o Brasil supere suas dificuldades. 
Hobby – Cultivar flores.
Rádio  é... – Notícia instantânea, boa informação.
Mania – Netflix.
Programa – Ficou marcado aquele em que a jornalista ia ao aeroporto para entrevistar passageiros e fazia tudo no improviso. Muito inteligente.
Frustração? Sim, por esta situação vivida pelo país nos últimos anos, quando poderia ter subido alguns degraus.
Família é... – o porto seguro, a alegria, o conforto, a vida.
A Maringá do presente é – Uma cidade bem estruturada, graças à união dos setores.
A Maringá do futuro será – Bem melhor, sem dúvida, mas com desafios cada vez maiores.

Quem gostaria de ver homenageado aqui no blog? O jornalista e escritor Nilson Monteiro (foto), autor de vários
livros que relatam a história de Londrina e do norte do Paraná. Um cara simples, muito inteligente e com um grande coração.
Qual o recado para os leitores do blog? Pensar muito bem em quem votar neste ano de 2018. Depende de nós, leitores, o futuro do país, e não dos políticos.